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Defesa Civil de SC passa a tratar El Niño como de intensidade muito forte e reforça atenção para a primavera com previsão de chuva acima da média

Defesa Civil de SC passa a tratar El Niño como de intensidade muito forte e reforça atenção para a primavera com previsão de chuva acima da média

Defesa Civil de SC passa a tratar El Niño como de intensidade muito forte e reforça atenção para a primavera com previsão de chuva acima da média
Defesa Civil de SC passa a tratar El Niño como de intensidade muito forte e reforça atenção para a primavera com previsão de chuva acima da média (Foto: Reprodução)

Defesa Civil de SC passa a tratar El Niño como de intensidade muito forte e reforça atenção para a primavera com previsão de chuva acima da média


A Defesa Civil de Santa Catarina e a Epagri/Ciram passam a tratar o atual El Niño como de intensidade muito forte, diante do avanço do aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial. A avaliação foi consolidada nesta terça-feira (29), durante o 246º Fórum Climático Catarinense, após os dados mais recentes indicarem anomalia de 2,2 °C na temperatura da superfície do mar na região de referência para o monitoramento do fenômeno, superando o limiar de 2 °C utilizado para caracterizar um evento de intensidade muito forte. Com a chegada da primavera, período em que os efeitos do El Niño tendem a ser mais perceptíveis em Santa Catarina, o cenário reforça a atenção para a possibilidade de chuva acima da média e maior frequência de temporais nos próximos meses.


A classificação adotada pelos órgãos catarinenses considera as condições observadas mais recentemente no Oceano Pacífico e as projeções para os próximos meses. Embora a consolidação da intensidade do evento pelos índices oficiais da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) considere o comportamento das anomalias ao longo de períodos determinados, os dados atuais já mostram valores compatíveis com a categoria de El Niño muito forte.


Segundo a meteorologista da Defesa Civil de Santa Catarina, Nicolle Reis, os dados observados já sustentam tecnicamente essa classificação. “Para essa categoria, as anomalias da temperatura da superfície do mar precisam atingir ou superar o patamar de 2 °C. Na última semana, esse valor chegou a 2,2 °C, o que já permite considerar o fenômeno como de intensidade muito forte”, explica a meteorologista.


Fonte: Secretaria de Estado da Proteção Defesa Civil


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