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Fim da ‘taxa das blusinhas’ gera reação em SC com manifesto do setor têxtil: ‘Consequências potenciais para milhões’

Fim da ‘taxa das blusinhas’ gera reação em SC com manifesto do setor têxtil: ‘Consequências potenciais para milhões’

Fim da ‘taxa das blusinhas’ gera reação em SC com manifesto do setor têxtil: ‘Consequências potenciais para milhões’
Fim da ‘taxa das blusinhas’ gera reação em SC com manifesto do setor têxtil: ‘Consequências potenciais para milhões’ (Foto: Reprodução)

Fim da ‘taxa das blusinhas’ gera reação em SC com manifesto do setor têxtil: ‘Consequências potenciais para milhões’


O fim da “taxa das blusinhas” acendeu um sinal de alerta no Vale do Itajaí, um dos principais polos têxteis e de confecção do país, segundo o Sintex (Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau e região).


Na última quinta-feira (10), o projeto de lei que acaba com o imposto federal de 20% em compras internacionais online de até US$ 50 foi sancionado pelo presidente Lula (PT).


Representando as empresas locais, o Sintex se uniu a diversas entidades produtivas e sindicais em uma nota de repúdio contra a medida.


Segundo o grupo, a decisão cria uma severa falta de isonomia tributária, beneficiando plataformas de e-commerce estrangeiras em detrimento dos produtos fabricados no Brasil.


As entidades defendem que os fabricantes nacionais enfrentam uma pesada carga de impostos (como ICMS, IPI, PIS e Cofins), custos com folha de pagamento, infraestrutura e logística, as mercadorias importadas chegam ao consumidor final com tributação favorecida.


O Sintex Blumenau integra a Coalizão Prospera Brasil, grupo composto por mais de 20 associações industriais, comerciais e sindicais que assinaram um manifesto contra a aprovação da Medida Provisória nº 1.357/2026, conhecida como a MP da taxa das blusinhas.


Em posicionamento oficial, a coalizão classificou a decisão como o registro de um “Dia da Dependência brasileira das importações”


As entidades apontam que a concessão de incentivos tributários para pequenas encomendas internacionais, em especial de plataformas asiáticas, amplia a desigualdade competitiva contra a produção nacional.


“Nenhum país constrói sua independência econômica substituindo fábricas por galpões logísticos, produção por importação e empregos nacionais por empregos gerados no exterior”, enfatizou o manifesto conjunto


A grande preocupação das indústrias locais é a substituição da produção brasileira por importações asiáticas.


Fonte: Portal ND 


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