Região Sul do Brasil se prepara para período de forte instabilidade com volumes de chuva que podem passar dos 300 mm
Região Sul do Brasil se prepara para período de forte instabilidade com volumes de chuva que podem passar dos 300 mm
Região Sul do Brasil se prepara para período de forte instabilidade com volumes de chuva que podem passar dos 300 mm
O meteorologista Piter Scheuer emitiu um alerta em suas redes sociais sobre as projeções climáticas para as próximas semanas na região Sul do Brasil. De acordo com as análises de modelos computacionais, o cenário meteorológico para a segunda quinzena do mês exige atenção imediata e planejamento de prevenção, indicando a possibilidade de graves transtornos socioeconômicos devido a volumes excessivos de chuva.
O Sul do país deve experimenta uma breve trégua ao longo desta quarta (8) e quinta-feira (9) antes da chegada do período de instabilidade severa. Uma massa de ar frio e seco garante tempo bom na maior parte das regiões.
Há também previsão de geadas isoladas no amanhecer nas áreas mais altas do Oeste e da Serra Catarinense, bem como na Serra Gaúcha e em Campos de Palmas, com temperaturas próximas ou abaixo de zero grau. No restante dos municípios, o frio se distribui de maneira regular.
No entanto, Scheuer enfatiza que a calmaria é temporária. O solo da região já se encontra saturado pelos eventos climáticos recentes, e os modelos de previsão de médio prazo começam a indicar um cenário preocupante provocado pela influência continuada do fenômeno El Niño.
A partir de sexta-feira (10), os acumulados de chuva começam a ficar mais significativos, mas é por volta dos dias 15, 16 e 18 que a dinâmica da precipitação se intensifica drasticamente. “A atmosfera começa a responder sob a influência de sistemas de baixa pressão acoplados ao transporte de ar quente e úmido proveniente da região da Amazônia”, explicou o meteorologista.
As projeções indicam volumes de chuva que podem começar alcançando os 50 milímetros iniciais, progredir rapidamente para a faixa dos 100 mm a 150 mm e, em casos mais severos, ultrapassar a marca dos 300 milímetros acumulados. Essa condição crítica é válida principalmente para o Oeste da Região Sul do Brasil, áreas da Serra e Planalto do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Sudoeste do Paraná.
O especialista ressalta que, embora ainda seja cedo para cravar os volumes exatos de forma milimétrica, o debate e o monitoramento precisam começar desde já. Com o solo encharcado, o acúmulo frequente e volumoso de precipitação que se desenha para o final do trimestre (agosto, setembro e outubro) aumenta exponencialmente os riscos de enchentes, alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra.
Fonte: Portal ND
SIGA | CURTA | COMPARTILHE
.
.
.
Acompanhe nossas informações:
📱 No App
🔘 Na Alexa
▶️ No YouTube
🌐 No navegador
👥 Nas redes sociais
Comentários (0)