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Ex-prefeito de Santa Catarina condenado na Operação Mensageiro nega crimes

Ex-prefeito de Santa Catarina condenado na Operação Mensageiro nega crimes

Ex-prefeito de Santa Catarina condenado na Operação Mensageiro nega crimes
Ex-prefeito de Santa Catarina condenado na Operação Mensageiro nega crimes (Foto: Reprodução)

Ex-prefeito de Santa Catarina condenado na Operação Mensageiro nega crimes


O ex-prefeito de Ibirama, Adriano Poffo, condenado nesta quinta-feira (28) por pelos crimes de integrar organização criminosa, corrupção passiva em 19 episódios e fraude à licitação, pelo TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina), diz que vai recorrer da decisão, já que “não existe uma única prova”, sobre o seu envolvimento.


A condenação é um desdobramento da Operação Mensageiro, que apurou um sistema estruturado de fraudes licitatórias em favor de uma empresa especializada em coleta e destinação de resíduos sólidos.


Outras nove pessoas também foram condenadas, entre elas ex-servidores e integrantes dos núcleos empresarial e operacional do esquema.


A pena mais severa foi aplicada a Poffo. Ele foi condenado a 13 anos, 10 meses e 10 dias de reclusão em regime fechado, acrescidos de 3 anos e 6 meses de detenção, pelos crimes de integrar organização criminosa, corrupção passiva em 19 episódios e fraude à licitação.


Além da prisão, o TJSC decretou a perda do mandato eletivo e a interdição para o exercício de qualquer cargo ou função pública por 8 anos após o cumprimento da pena.


Por volta das 19h desta quinta-feira (28), Poffo publicou um vídeo nas redes sociais, em que afirma que recebeu condenação com tristeza, mas disse estar com a “consciência tranquila” e manter a convicção de sua inocência.


Segundo ele, não há provas de que tenha recebido vantagem indevida no esquema investigado pela Operação Mensageiro.


O ex-prefeito declarou que vai recorrer da decisão ao STJ e criticou a condução do processo. Poffo também afirmou que nenhuma das pessoas ligadas à empresa investigada teria confirmado qualquer relação ilícita com ele, citando que a única acusação partiu de um ex-funcionário que depois se tornou delator premiado.


Ele ainda ressaltou que os demais envolvidos fizeram acordos e receberam benefícios, enquanto ele permaneceu como réu. No vídeo, o ex-prefeito também disse acreditar que enfrenta julgamentos motivados por interesses políticos e pessoais, mas afirmou que seguirá “de cabeça erguida”, e agradeceu pelas mensagens de apoio recebidas.


Fonte: Portal ND


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