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Fábricas da Ypê param produção após suspensão da Anvisa e situação atinge 400 funcionários

Fábricas da Ypê param produção após suspensão da Anvisa e situação atinge 400 funcionários

Fábricas da Ypê param produção após suspensão da Anvisa e situação atinge 400 funcionários
Fábricas da Ypê param produção após suspensão da Anvisa e situação atinge 400 funcionários (Foto: Reprodução)

Fábricas da Ypê param produção após suspensão da Anvisa e situação atinge 400 funcionários


Duas fábricas da Ypê estão paralisadas após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspender a produção e vendas de produtos na última semana. Segundo o diretor executivo de Operações da Ypê, Eduardo Beira, cerca de 400 funcionários trabalham nos três turnos nas plantas afetadas. A informação foi confirmada pelo g1 nesta segunda-feira (11) durante uma visita à fábrica, em Amparo, em São Paulo.


Na sexta-feira (8), a empresa apresentou um recurso e suspendeu a decisão da Anvisa, mas decidiu manter a produção paralisada para acelerar o cumprimento das medidas exigidas. As fábricas paralisadas envolvem a produção de detergentes e outra de lava-roupas líquido e desinfetantes. As demais estruturas localizadas em Amparo seguem operando normalmente.


Ao todo, a companhia possui cerca de 450 produtos, a maioria fabricada em Amparo. Os funcionários das fábricas atingindas atuam em outras áreas para acelerar as adequações exigidas pelo órgão regulador, diz o diretor executivo.


"Mobilizamos toda a equipe para que a gente trabalhasse em limpeza, em pintura, em manutenções (….) Estamos trabalhando realmente para resolver tudo aquilo que a Anvisa nos colocou", explicou Eduardo Beira.


Nesta quarta-feira (13), a diretoria colegiada da Anvisa vai decidir se mantém a suspensão da fabricação e comercialização de lotes de produtos da empresa.


Segundo a Anvisa, inspeções do órgão de controle identificaram falhas nos controles de qualidade e risco de contaminação microbiológica na fabricação dos produtos citados da marca Ypê. A situação levou a uma suspensão da fabricação e da venda dos produtos.


Dias depois, a Anvisa chegou a aceitar um recurso da empresa para interromper temporariamente os efeitos da medida enquanto o caso não é julgado, mas manteve o alerta de risco sanitário e a recomendação para clientes que não utilizem os produtos até a conclusão das análises do caso.


Fonte: Portal NSC 


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