Jorge Messias tem nome rejeitado no plenário do Senado em derrota histórica
Jorge Messias tem nome rejeitado no plenário do Senado em derrota histórica
Jorge Messias tem nome rejeitado no plenário do Senado em derrota histórica
O plenário do Senado rejeitou o nome do advogado Jorge Messias para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A reprovação ocorreu por 42 votos a 34 em votação na noite desta quarta-feira (29). Eram necessários ao menos 41 votos para garantir a nomeação.
O resultado marca uma derrota histórica do governo Lula, que chegou a liberar ministros para voltarem a ocupar suas cadeiras no Senado para tentar conseguir o mínimo de votos necessários, e ainda assim não conseguiu a aprovação de Messias. A derrota dá força à oposição, que ao longo da sabatina desta quarta-feira criticou a indicação de Messias e a atuação do STF sobre temas da República.
Foi a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitaram uma indicação de presidente a ministro do STF. Por conta disso, a rejeição é apontada como uma derrota histórica do governo e que deve mudar radicalmente a relação da gestão Lula com o Congresso, além de eventuais efeitos na corrida presidencial.
Nos bastidores, o resultado foi atribuído ao trabalho do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que desde o começo foi contrário ao nome de Jorge Messias e defendia o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), como nome a ser indicado.
A votação em plenário é secreta, mas alguns parlamentares fizeram questão de abrir o voto. A decisão do plenário do Senado ocorre após a votação do nome de Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e uma sabatina que durou oito horas. Ao longo da fala aos senadores, Messias respondeu sobre temas como aborto, condenações do 8 de janeiro, papel do STF e investigações contra ministros do Supremo.
Outro nome cotado para ser indicado à vaga antes da confirmação de Messias, Rodrigo Pacheco chegou a comparecer à sessão da CCJ e deu um abraço em Jorge Messias, selando a boa relação entre ambos, a despeito da concorrência travada pela indicação – até a surpreendente rejeição no plenário do Senado.
Em nota, a presidência declarou reafirmar o respeito à prerrogativa constitucional do Senado Federal e a história dos agentes envolvidos no processo. Além de destacar como a a vida republicana se fortalece quando divergências são tratadas com elevação, urbanidade e responsabilidade pública.
Fonte: Portal NSC
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