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Como o novo acordo entre Mercosul e União Europeia deve impactar a economia em Santa catarina

Como o novo acordo entre Mercosul e União Europeia deve impactar a economia em Santa catarina

Como o novo acordo entre Mercosul e União Europeia deve impactar a economia em Santa catarina
Como o novo acordo entre Mercosul e União Europeia deve impactar a economia em Santa catarina (Foto: Reprodução)

Como o novo acordo entre Mercosul e União Europeia deve impactar a economia em Santa catarina


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou, na terça-feira (28), um acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) após 27 anos de negociação. A medida começará a valer a partir de 1° de maio e prevê a redução gradual de tarifas para a maior parte dos produtos comercializados entre os blocos.


Em Santa Catarina, o novo acordo promete beneficiar um setor essencial para a economia do estado: a agroindústria. Maior produtora e exportadora de carne suína do Brasil, conforme dados do IBGE, a unidade federativa também se destaca na produção de cebola, aves, maçãs e na maricultura, que é o cultivo de organismos marinhos.


“Esse deve ser o setor mais beneficiado com a redução das tarifas. Inclusive o acordo ficou tanto tempo em negociação muito por conta da resistência do setor agropecuário da UE, porque o Brasil é um país muito mais competitivo no agro”, explica João.


Se por um lado o agronegócio catarinense se destaca na competitividade tanto nacional como internacional, o setor industrial ainda deve enfrentar desafios para sua valorização no mercado externo.


“A Europa se sobressai em alguns segmentos industriais mais eficientes que os do Brasil, como o automotivo. Assim, os trabalhadores nacionais podem ser impactados negativamente”, relata o economista.


Entretanto, o governo federal já antecipou medidas para evitar possíveis prejuízos, permitindo uma proteção temporária para produtores locais. “É sempre bom lembrar que esses resultados não são definitivos, porque a economia é bem dinâmica e outra série de fatores pode ajudar a indústria nacional também”, reitera João.


O presidente da Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), Gilberto Seleme, manteve um olhar positivo diante da decisão firmada. “O acordo abre uma nova etapa de inserção internacional, ampliando mercados e criando condições mais favoráveis para que nossas indústrias negociem com competitividade e previsibilidade”, afirma.


Fonte: Portal ND


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