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Maré alta causa destruição em orla de cidade com segundo metro quadrado mais caro do Brasil; emergência é decretada

Documento tem validade de 180 dias. Alagamentos causaram a destruição de quiosques, calçadões e passeios públicos, especialmente nas orlas da Meia Praia, Ilhota e Centro de Itapema.

Maré alta causa destruição em orla de cidade com segundo metro quadrado mais caro do Brasil; emergência é decretada
Maré alta causa destruição em orla de cidade com segundo metro quadrado mais caro do Brasil; emergência é decretada (Foto: Reprodução)

A Prefeitura de Itapema (SC), com o segundo metro quadrado mais caro do Brasil, decretou situação de emergência nesta terça-feira (7) devido aos danos provocados pela maré de tempestade (ressaca) que atingiu o litoral no início da semana.

O documento tem validade de 180 dias e entra em vigor na data da publicação.

Segundo o Decreto nº 099/2025, as fortes ondas começaram a atingir a costa por volta das 21h52 de segunda-feira (6), causando alagamentos e destruição de quiosques, calçadões e passeios públicos, especialmente nas orlas da Meia Praia, Ilhota e Centro.


A Defesa Civil realizou vistoria técnica nos locais e constatou afundamentos, deslizamentos e danos estruturais graves, o que levou à interdição de diversos acessos às praias.

O documento autoriza a mobilização imediata de todos os órgãos municipais, sob coordenação da Defesa Civil, para atuar na recuperação das áreas afetadas, reconstrução das estruturas danificadas e estabilização dos decks. O objetivo é garantir a segurança da população e restaurar a orla antes da temporada de verão.


Além disso, o documento permite:


- Convocação de voluntários para reforçar as ações de resposta;

- Campanhas de arrecadação de recursos junto à comunidade;

- Interdição de áreas públicas em risco;

- Uso de propriedades particulares em casos de perigo iminente, com garantia de indenização posterior, se houver danos.

- O decreto também autoriza a dispensa de licitação para contratação de serviços, obras e aquisição de materiais necessários à recuperação, desde que sejam concluídos em até um ano e respeitem a legislação vigente.


Informações: Sofia Pontes, Alexia Elias, g1 SC e NSC TV

Imagem: Defesa Civil de Santa Catarina

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